Com tantos avanços na medicina, não poderiam deixar de avançar também nas questões da saúde feminina, testando novos métodos contraceptivos.

Atualmente, existem muitas opções de métodos contraceptivos, das quais se destacam, a Injeção Anticoncepcional (anticoncepcional injetável), e as Pílulas.

Os métodos mais utilizados pelas mulheres nos dias de hoje, em primeiro lugar, são as pílulas anticoncepcionais e, em segundo lugar, a injeção anticoncepcional. No entanto, você que é mulher, sabe quais as diferenças e eficácia entre cada um desses dois métodos contraceptivos?

Pílula Anticoncepcional

A pílula anticoncepcional é realmente a “queridinha” para mais de noventa milhões de mulheres no mundo. Isso provavelmente se deve a eficácia, preço e popularidade da mesma por tantos anos no mercado farmacêutico. Você facilmente tem acesso a esse medicamento e, muitas vezes, a um custo relativamente baixo. É possível encontrar pílulas anticoncepcionais a partir de R$ 5,00

A pílula é um método contraceptivo com eficácia de 97%, sugundo dados do Hospital Israelita A. Einstein, mas como todos os métodos, há sim uma taxa de falha (baixa) que, no caso da pílula anticoncepcional, gira em torno de 0,3% para uso perfeito (conforme recomendado na bula) a 9% uso típico (sem seguir exatamente as recomendações).

Como Tomar Pílula Anticoncepcional

O sistema de funcionamento do método é bastante simples, devendo a mulher tomar um comprimido por dia, geralmente, na mesma hora do dia para que o organismo acostume a receber aquela taxa de hormônios em um mesmo momento, não parecendo algo tão artificial.

Ao concluir os comprimidos da cartela, o ideal é fazer uma pausa de alguns dias e depois recomeçar uma nova cartela. Essa pausa deve ser conversada com o seu médico ginecologista, pois ele poderá acompanhar direitinho o funcionamento do seu ciclo menstrual.

Além disso, ele poderá indicar a pílula mais adequada para você, pois, como já mencionado anteriormente, existem inúmeras opções de pílulas e você precisa encontrar a que seja ideal para seu organismo. Por isso se faz super necessário a consulta com o ginecologista.

Injeção Anticoncepcional

Agora, se você é daquelas mulheres que têm dificuldade em tomar remédio via oral, a injeção anticoncepcional pode ser uma boa alternativa. Ou então, se você faz parte daquele time de mulheres esquecidas que acabam iniciando uma cartela de pílula e se perdem no meio da mesma, o anticoncepcional injetável te dá essa garantia do “não esquecimento”.

As injeções anticoncepcionais são de dois tipos, as mensais e as trimestrais. A diferença entre elas é que na mensal existe a mistura dos dois hormônios femininos, o estrogênio e a progesterona. Já na trimestral, o único hormônio encontrado é a progesterona, ideal para mulheres que não podem com o estrogênio.

Sendo assim, optando por tomar a injeção anticoncepcional, ou a mulher tomará uma injeção a cada mês ou ainda, tomará uma injeção a cada três meses. Essa injeção é intramuscular, aplicada na região dos glúteos. Ela não costuma doer, a menos que a aplicação não seja bem feita pelo profissional.

Lembre-se que não se pode massagear a região após a aplicação, nem fazer compressas. Além disso, você somente tomará a injeção com o consentimento do seu ginecologista e aplicado por um farmacêutico ou enfermeiro.

De maneira geral, é possível concluir que a diferença principal é na forma que é ministrada, e na taxa de sucesso, pensando que com a injeção anticoncepcional, você não tem a preocupação de lembrar algo diariamente. A taxa de falha da injeção gira em torno de 0,1% a 0,4%, bem baixa também. Então, é questão de conversar com seu médico e ver o que é mais indicado para sua qualidade de vida.

Vale lembrar que, independente da escolha da pílula ou da injeção anticoncepcional, em ambos você não estará protegida contra as DST’s (doenças sexualmente transmissíveis), se fazendo necessário o uso de camisinha, seja feminina ou masculina. Os métodos são eficazes apenas para evitar uma gravidez indesejada ou para realização de algum tratamento, como é o caso da endometriose, por exemplo.